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sexta-feira, outubro 26, 2007

[espacosaude-ma] Sobre Aborto

--- In biologia@yahoogroups.com, Natalia Nascimento <nat_ufpe@...>
wrote:

Eu acho que o principal é sempre a informação, conscientização e
educação, em todos os níveis e aspectos. É claro que a legalização
do aborto não é e nem deve ser uma solução para o problema social
gerado pela gravidez indesejada.
Um problema deste tipo não se resolve com uma única receita
mágica. Tem que se aliar as propostas legais com a educação, sempre.
Parece incrível, mas é verdade que muitas pessoas ainda acreditam em
velhos mitos no que diz respeito à gravidez e aos métodos
contraceptivos...
Acho que temos tudo a ver com isso. E concordo com a Maíra quando
diz que devemos partir em busca de soluções. Se começarem a encher
nossas caixas de e-mail é porque, de algum lado, começa a surgir a
vontade de agir. Debater é apenas o primeiro passo, um passo crucial.

Um abraço a todos,

Natália

Maíra Suarez <maybiologia@...> escreveu:
Boa Tarde,

Nunca participei de discussões deste e-mail. Nunca me senti culta
o suficiente para tal e muitas vezes me perdi com a falta de tempo
de ler a maioria dos e-mails.

Porém, adoraria falar um pouco sobre este tema: Aborto.

Concordo com esses ultimos 2 e-mails na maioria de suas partes.

Acho que além de o aborto ser legalizado, para o mesmo ocorrer,
deveriam haver investigações, digo, não somente uma decisão
de "mãe". Mas, percebo que é exatamente o que a Natalia citou:
acompanhamento psicológico.

Mas, para que isso dê certo de uma forma racional. Se o racional
existir. Precisaríamos de inúmeras campanhas de consciência.
Inúmeras formas do tal anticoncepcional, da tal camisinha, entre
outros preventivos chegarem até os ouvidos, vistas e tato de toda a
população. Informação, isso que falta, e muito.

Fico impressionada como até hoje muitas meninas acham que podem
engravidar, praticando o ato sexual, somente na cama. Pois, se
fizerem em outro local (como no banheiro), isso não acontece. É,
escutei isso de bocas humildes.

Assim como muitas nem se preocupam com isso pois existe
aquela "pílula do dia seguinte" então, ficará tdo sob controle logo
depois.

Com esses pensamentos, podemos dizer, ignorantes, muitas meninas,
mulheres, podem engravidar por achar o aborto uma solução "do dia
seguinte" e por mais que tenham o apoio psicológico, o "erro" jah
terá sido cometido. Certo?

Antes de tornarmos o aborto algo de fácil acesso (mesmo sendo
praticado atualmente de formas realmente muito crueis como o Yuri
bem citou), podemos levar informação de alguma forma.

Até pq eh como a criação das cotas antes mesmo de melhorarem os
estudos, professores, colégios. Uma solução que esconde um problema
maior.

Há tantas cabeças pensantes e inteligentes por aqui e por alí que
juntos poderíamos fazer algo em relação a isso. E juntos podemos
chegar a soluções, mesmo que sejam usadas somente para encher nossas
caixas de e-mail.

Espero que não.

Beijos,
Maíra Suarez
UVA

Em 15/10/07, Yuri Amaral <yuri.baba@...> escreveu:
Olá a todos,

talvez pela minha natureza pagã (nunca fui batizado, nem pretendo
ser), ou mesmo pela postura ateísta, eu me sinto inclinado sempre a
participar de debates nesta lista acerca de temas religiosos (como o
criacionismo) ou mesmo assuntos onde o pensamento cristão ultra
conservador (porque não 'opus dei'?) se faz presente. o aborto é o
caso..

pessoalmente eu já tive participação nesse tipo de procedimento.
uma ex-namorada minha engravidou de mim e vinha a caminho uma
criança, que, lógico, não teria um futuro muito certo pela frente.
seja porque nem na universidade eu estava ou por ter 18 anos na
época. a situação da minha ex também não era muito diferente apesar
de ser mais velha, 20 na época. optamos pelo aborto na mesma mesa de
bar onde abrimos o resultado do exame.

felizmente meus pais tiveram condição de bancar os R$ 1000,00 pra
as dispesas com o procedimento médico e medicamentos. tudo muito
rápido e limpo quando somos parte da burguesia.. mas.. e o lado B?
quantas mulheres e homens têm condição de gastar um barão pra tirar
uma criança da barriga? e quantas tem condição de criar as crianças?
é mais barato tirar logo do que criar.. isso é fato. e é essa a
opção mais comum.

desta forma, essas milhares de mulheres, não tendo como pagar uma
clínica na zona sul do rio, se entregam a qualquer curandeiro de
plantão apelando pra tudo: medicamentos abortivos, porradas na
barriga (isso mesmo, por mais mediavalesco que pareça), perfurações
no umbigo ou overdose de pó mesmo..

essa é a realidade: milhares de mulheres abortam hoje (quer a
igreja e o estado, quer não) em condições de risco. e vão continuar
abortando. até porque é mais 'aceitáver' abortar do que ver um filho
morrer de fome ou se sujeitando ao tráfico de drogas.

isso sem contar que os grandes problemas pelo qual passamos hoje
(miséria, fome, descasos ambientais) são produzidos direta ou
indiretamente pelo superpovoamento humano. somos muitos num
planetinha de terceira categoria. a capacidade de suporte do planeta
não vai suportar 9 bilhões de habitantes nas próximas décadas, e
qualquer pessoa a menos já ajuda, afinal o crecimento de uma
população e exponencial e não aritmético.

o ministro temporão está com a bola toda e devemos reconhecer seu
esforço. na minha opinião um ser humano é ser humano quando nasce,
interage com os familiares, cria vínculos, estórias, lembranças. um
feto indesejado (e inoportuno) nunca será a alegria num barraco de
favela. será mais uma boca pra alimentar, mais uma indivíduo cheio
de esperanças, almejando a realidade oferecida pela globo e
sofrendo, por não poder fazer parte dela.

o estado é laico, e as leis devem ser também. uma pessoa atéia, ou
de alguma cultura onde isso seja natural, não deve se sujeitar a
vontade de um padre ou e uma burguesia hipócrita que reclama o
direito a vida de quem ainda nem nasceu. afinal, é fácil ser anti-
aborto, quando se pode pagar uma clínica discreta na zona sul. quero
ver ser anti-aborto morando num barraco de favela ou sob palafitas
lamacentas.


sem mais,


Yuri Babá - UENF


Em 14/10/07, Natalia Nascimento <nat_ufpe@... >
escreveu: Eu acho que a discussao sobre o aborto é
válida. Primeiro, eu acredito que o aborto deva ser legalizado. Mas
nao por ter a mulher direito sobre o seu corpo (e tem!), nem por
achar que nao exista mal na prática. Sou a favor por conta das
condiçoes em que os abortos sao praticados: o número de mulheres que
morrem, o número de crianças que nascem com problemas. Além disso,
acredito que, às vezes, é melhor nao trazer ao mundo uma criança
que, assim como muitas outras, nao terá nenhuma condiçao de viver
uma vida descente. O fato de o aborto ser ilegal também faz com que
as mulheres nao tenham um acompanhamento psicológico, o que para mim
é de fundamental importância, pois ainda que tenha certeza de sua
decisao, um aborto pode acarretar em problemas psicológicos como a
depressao. Isso sem falar nos danos físicos.

Atualmente, estou em Portugal pela segunda vez. Tive a
oportunidade de, nessas duas viagens, acompanhar um pouco as
discussoes aqui. O que pude observar:
- O primeiro referendo teve um resultado negativo e o segundo
positivo com relaçao à legalizaçao do aborto. O que mudou de um para
o outro? Basicamente, o debate. O primeiro girava somente no direito
de escolha das mulheres e foi ferozmente atacado por diversos
seguimentos sociais como "assassinato".
- A discussao do segundo referendo girou em torno dos problemas
sociais gerados pela ilegalidade do aborto. Visto que o fato de ser
ilegal nao faz com que a prática nao aconteça, só faz com que seja
feita em condiçoes inadequadas. Além disso, para quem tem algum
dinheiro, bastava ir à vizinha Espanha, onde o aborto é legal há
mais tempo. Entao, colocado como um problema social e nao como um
direito das mulheres o aborto foi legalizado.
- Agora, os hospitais portugueses (públicos e particulares) estao
preparados para atender mulheres que queiram interromper uma
gravidez. O acompanhamento psicológico e físico existe.
- Os primeiros resultados pós-legalizaçao chamaram a atençao: o
número de abortos nao aumentou. Os médicos esperavam que os
hospitais passariam a ser muito procurados, mas nao sao. Também
existem menos casos de abortos mal-sucedidos (e aqui me refiro às
práticas ilegais) chegando aos hospitais. E por quê?
- Aliada à legalizaçao do aborto, existe uma forte campanha de
contracepçao entre os jovens, apesar de a natalidade ser incentivada
aos casais.

Acho que me estendi demais e nao sei se disse tudo o que queria.
Mas ficam aqui mais alguns pontos para levar adiante o debate.

Um abraço,

Natália Melo
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